Será vendido e-book sobre o tema, com arrecadação em benefício do professor Francisco Matias que encontra-se internado em estado delicado

PORTO VELHO – No Brasil, a prevalência de Transtornos Mentais Comuns (TMC) na população geral é de 29,9%, atingindo 38% em usuários da rede básica de saúde. Esses transtornos estarão entre os mais incapacitantes dos seres humanos, segundo projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS) para 2030. Para debater o assunto, com foco na Amazônia Brasileira, onde também há registros do problema, será realizada uma palestra online com o Professor Doutor Carlos Paraguassú-Chaves. A transmissão do evento será às 19h30 deste sábado (23/01), pelo Youtube e Fecebook da Temática Editora.

Carlos Alberto Paraguassú-Chaves é doutor em Ciências da Saúde, Doutor em Ciência e Pós-Doutor em Ciências da Saúde, também é professor titular aposentado da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), professor visitante sênior da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Professor Titular e Diretor Acadêmico do Instituto Universitário do Rio de Janeiro (IURJ) e da Faculdade Instituto Rio de Janeiro (FIURJ).

Durante o evento online, o internauta poderá comprar o e-book Studies Of Common Mental Disorders in the Brazilian Amazon, por R$ 50,00. Todo o dinheiro arrecadado com a venda do e-book será convertida em benefício da família do professor e historiador Francisco Matias, que encontra-se internado em estado delicado. A palestra terá participação dos professores Abel Sidney e José Gadelh, integrantes da Academia Rondoniense de Letras.

Obra

Carlos Alberto Paraguassú-Chaves é autor do livro ‘Estudos de Transtornos Mentais Comuns na Amazônia Brasileira’. A obra apresenta três capítulos resultantes de pesquisas científicas desenvolvidas por uma equipe de profissionais de diferentes áreas da formação e qualificação acadêmica, coordenada pelo pesquisador.

Paraguassú-Chaves e colaboradores em seus estudos já encontraram prevalências significativas de transtornos mentais comuns em trabalhadores penitenciários (agentes penitenciários), professores penitenciários, profissionais da saúde (principalmente enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, profissionais de segurança pública, do sistema financeiro, e vítimas de enchentes na Amazônia brasileira, entre outros.

Os estudos sobre transtornos mentais na população suscetível na Amazônia brasileira ainda são incipientes. Apresenta grandes lacunas temporais e espaciais em relação à pesquisa científica. Para OMS, o diagnóstico não é uma tarefa simples, uma vez que não existe um quadro clínico definido.

Na coleção, os pesquisadores consideram importante a inclusão dos TMC como prioridade na atenção primária à saúde na realidade dos serviços públicos de saúde na Amazônia, o que não foi verificado em seus estudos, bem como consideram os casos de outras morbidades crônicas prevalentes na Amazônia brasileira.

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