RONDÔNIA – As agências digitais brasileiras de checagem de fatos aumentaram a frequência de verificações sobre desinformação da COVID-19. Este é o resultado preliminar da pesquisa de Allysson Martins, professor de Jornalismo na Universidade Federal de Rondônia (UNIR). O andamento do projeto “Fact-checking e inovações no combate às fake news sobre a COVID-19” será apresentado em duas ocasiões, às 19h de 10/11 (terça-feira) e às 08h30 de 18/11 (quarta-feira), sempre no horário de Rondônia.

Na noite de terça-feira (10/11), o coordenador do MíDI – Grupo de Pesquisa em Mídias Digitais e Internet participará do evento Midianididades, promovido pelo professor Samilo Takara. O objetivo do encontro é discutir os impactos da mídia na vida cotidiana; a inscrição deve ser realizada antecipadamente. Já a palestra da quarta (18/11) pela manhã acontece no Seminário Final do PIBIC-PIBITI, organizado pela UNIR para apresentação dos resultados das pesquisas financiadas pela instituição. O tema deste ano será “Pesquisa Científica em Tempo de Pandemia”.

Segundo Martins, a sua pesquisa realiza dois movimentos complementares, visando identificar os padrões de fake news propagadas no processo de desinformação sobre a COVID-19 e avaliadas pelas agências brasileiras de fact-checking. Além disso, investiga como essas agências de checagem avaliam tais informações falsas e apresentam os resultados para o público. “Esse duplo questionamento considera os esquemas de interpretação da realidade, tanto nas propriedades e nas operações do espalhamento das informações falsas sobre a COVID-19; quanto nas estratégias de inovação e de qualidade da informação da verificação das fake news sobre a COVID-19 pelas agências”, explica o professor.

 

 

 

 

 

 

Fonte:

MíDI – Grupo de Pesquisa em Mídias Digitais e Internet
UNIR – Universidade Federal de Rondônia