Juiz diretor faz reunião com equipe administrativa para ajustes finais

 

PORTO VELHO – Terminou, na última sexta-feira, o cronograma de mudança das unidades do 1º grau de jurisdição da capital para o Fórum Geral César Montenegro. E nesta terça-feira, 21, o atendimento ao público, que até segunda-feira estava sendo feito apenas pela manhã, passa a ser em expediente normal, das 7h às 13h e das 16h às 18h.

O Fórum Geral fica na Avenida Pinheiro Machado, 777, entre as ruas José Bonifácio e José de Alencar, Bairro Olaria. O novo endereço do Judiciário da capital reúne as seguintes unidades: Fóruns Cível, Criminal, Sandra Nascimento, varas da Infância, Execuções Fiscais e CPE.

O juiz diretor do Fórum, Ilisir Bueno, se reuniu com a equipe administrativa da nova unidade para acertar os últimos ajustes, sobretudo pelo quesito segurança, que exige uma compreensão de todos, no sentido de se cadastrarem antes de adentrar ao prédio e seguir para as audiências ou buscar outro serviço.

“Ainda temos de instalar telefones, adequar móveis e até melhorar a decoração, colocando plantas para humanizar os ambientes. Queremos que os jurisdicionados se sintam bem, pois quando buscam o Judiciário para resolver seus conflitos, muitas vezes chegam aqui tensos, preocupados. Nada melhor que se sentirem bem acolhidos”, explicou o magistrado.

A reunião aconteceu em um dos auditórios do novo Fórum, que fica no térreo do edifício, espaço que pode agora ser utilizados para encontro e eventos do Judiciário.

Outro espaço que demonstrou ser funcional foi o da sala utilizada pela Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, que recebeu, na segunda-feira, a primeira reunião do ano do Abraço. O projeto aplica sessões de terapia em grupo aos agressores ao invés de pena. Cerca de 35 homens compareceram à convocação do juízo e cumpriram com a determinação que, ao longo do trabalho, vai se revelando uma alternativa bem mais eficaz de combate à violência doméstica.

As audiências que vinham sendo realizadas apenas em regime de plantão, como as criminais para réus presos, passam a ser feitas conforme a rotina dos processos.

“Aos poucos vamos nos adaptando ao novo espaço, que é bem mais confortável e adequado as nossas atividades”, finalizou o juiz diretor.

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação TJ/RO