A reabertura do Museu da Língua Portuguesa

PORTO VELHO – Fechado desde 2015, após um incêndio, o Museu da Língua Portuguesa será reinaugurado no dia 17 de julho de 2021. Praticamente reconstruído, o museu agora terá conexão direta com a Estação da Luz. Na parte expositiva, 80% do conteúdo foi reformulado. Além da exposição permanente, o Museu da Língua Portuguesa vai trazer em sua reabertura a mostra temporária Língua Solta, composta por uma série de objetos artísticos dos campos da arte popular e contemporânea, que ancoram seus significados no uso das palavras e relacionam a língua portuguesa a obras de arte.

A inauguração do prédio foi adiada por conta da pandemia do novo corona vírus, mas já é possível acompanhar a programação online e fazer visitas especiais para alunos de escolas públicas. Segundo Leitão, a reabertura será feita com todos os protocolos de segurança para prevenção da covid-19, tal qual já está sendo executado nos outros museus.

CASTANHAS NELAS

Pesquisa feita pela médica Denise Rodrigues, da Universidade Federal de Viçosa, está concluindo com um fato que pode não ser novidade para as mães caboclas da Amazônia, – elas não sabem disso, mas a ciência está comprovando: ingerindo algumas castanhas no período de amamentação da criança, com maior destaque para os prematuros, ajuda no desenvolvimento dos bebês. A pesquisa liderada pela pediatra da UF Viçosa foi apesentada agora como tese ante a banca de doutorado. Uma boa notícia porque a castanha que temos nas selvas e nas feiras por aqui, a natural, é fácil de encontrar e a custo baixo.

BRASIL NO ESPAÇO

O Brasil tinha previsão de ir para o espaço neste domingo: é que bem no início da madrugada, com transmissão pela Rede Brasil, disparou o primeiro foguete 100% brasileiro, o Amazônia 1, satélite de observação. Mas apesar de ser integralmente nacional o lançamento foi de uma base indiana. Já estão na fila mais dois projetos que compõem a Missão Amazônia, os satélites de sensoriamento remoto: o Amazônia 1B e o Amazônia 2.

OS GANHOS BRASILEIROS

Segundo o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o rendimento tecnológico para o Brasil compensam os investimentos porque são vários os ganhos tecnológicos, como a validação da Plataforma Multimissão (PMM) e a consolidação do conhecimento do país no ciclo completo de desenvolvimento de satélites, além do desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, além de muitos outros.

SERVIÇOS

Além de ajudar no monitoramento do meio ambiente, o “Amazônia 1” ajudará na validação da Plataforma Multimissão, que, segundo o Inpe, trata-se de “um conceito moderno de arquitetura de satélites, que tem o propósito de reunir em uma única plataforma todos os equipamentos que desempenham funções necessárias à sobrevivência de um satélite, independentemente do tipo de órbita”. Entre as funções executadas pela plataforma estão as de geração de energia, controle térmico, gerenciamento de dados e telecomunicação de serviço – o que possibilitará a adaptação a diferentes cargas úteis, além de reduzir custos e prazos no desenvolvimento de novas missões.

Por: JL Albuquerque, com informações da AgênciaBrasil

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