Como explicar o equilíbrio monetário do Brasil, mesmo com a pandemia

PORTO VELHO – Apesar da pandemia e dos super holofotes da imprensa ligada em esmiuçar os pecados do capitão, uma coisa parece que intriga essa turma, como mandou ver um internauta leitor da coluna. Ele quer que alguém explique como consegue fazer obras e até pagar esse auxílio com o país na maior dificuldade.

ALGUÉM RESPONDE?

Com a palavra a PF ou o ministro Guedes. E olha: contra as possibilidades no Congresso há quem queira ampliar o “auxílio emergencial”.

ABSTENÇÃO

Segundo a BBC, um tsunami de abstenções estão acontecendo em medição feita em mais de 40 eleições realizadas no período dessa pandemia, conforme o monitoramento do Instituto Internacional pela Democracia e Assistência Eleitoral. Idea, (na sigla em inglês), mostra que, de 41 eleições realizadas neste ano em diferentes países, 26 (63% do total), se comparados os resultados com pleitos anteriores.

PRÓXIMA VÍTIMA

Conforme a pesquisa, já existe um potencial candidato a ter baixo índice de presença às urnas, o Brasil.

ÍNDIO HUMANIZADO

Um alto funcionário do facebook renunciou depois da resistência da empresa em retirar do ar uma “ao vivo” de Bolsonaro que “o índio é cada vez mais um ser humano igual a nós”. Um leitor do site disse ter lido a notícia no uol, ontem e que até achou interessante que o sie ligado ao jornal Folha de São Paulo contínuo crítico de Bolsonaro “tenha publicado o fato sem bater no presidente”.

AMAZÔNIA

Um ano do Sínodo realizado pelo Vaticano. Muitos católicos não concordaram, mas lá não se costuma ouvir a maioria silenciosa.

DE OLHO EM TÓQUIO

De olho em uma vaga na seleção brasileira de voleibol, para a disputa das Olimpíadas 2021 em Tóquio, a bicampeã olímpica Sheila, um dos maiores nomes do voleibol mundial, deixa as quadras verde-amarelas e vai jogar numa liga norte-americana. Aos 37 anos, Sheila estará este ano na liga profissional norte-americana, a Athletes Unlimited Volleyball.

DINHEIRO

O presidente Jair Bolsonaro promulgou lei que permite a confederações olímpicas e paraolímpicas usar recursos públicos das Loterias.

LIBRAS

Parceria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura vai produzir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em Libras.  O material será voltado a pessoas surdas ou com deficiência auditiva que dominem a língua brasileira de sinais (Libras), independentemente do conhecimento da língua portuguesa. Para que isso ocorra, o processo de tradução do ECA envolverá a interpretação do texto na língua-fonte (português) e sua reformulação na língua-alvo (Libras), de forma a torná-lo compreensível.

30 ANOS

A produção é comemorativa aos 30 anos do Estatuto, visando necessidades específicas das pessoas surdas ou com deficiência auditiva.

Por: JL Albuquerque, com informações da AgênciaBrasil