O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Eyder Brasil (PSL), citou na sessão de terça-feira (26) a carta do ministro da Educação, Ricardo Vélez, em que propõe aos secretários de Educação de todo o Brasil que o Hino Nacional seja cantado nas escolas.

Foto: Marcos Figueira

“Essa carta foi taxada de sórdida, de inconstitucional. Tenho praticamente 41 anos de idade. Sou da época em que cantávamos o Hino Nacional. Tínhamos ordem unidade. A educação proporcionada pela minha família e pelo Exército Brasileiro representam a busca da nacionalidade”, afirmou.

Ele disse acreditar na nação brasileira e também que o pluralismo político pode ser visto na Assembleia Legislativa, “mas que mesmo assim nosso país é o Brasil”.

Diante disso ele explicou não ver problema nenhum em os estudantes cantarem o Hino Nacional. Assim, ele disse repudiar a nota emitida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação em que critica a atitude do ministro.

“A nota avacalha com o ministro. É uma infelicidade de órgãos esquerdistas não reconhecer a importância de resgatar o amor à nossa pátria”, acrescentou Eyder Brasil.