PORTO VELHO – Apesar das negativas de assessores e até de um membro importante do diretório regional de seu partido, o PMDB, o governador Confúcio Moura não deverá ficar fora da disputa por uma das duas vagas no Senado Federal. 

Da mesma forma, ninguém duvide que, pela primeira vez desde 1982, quando o eleitor do novo Estado votou para escolher os senadores – naquele ano foram três – a disputa de 2018 será uma briga de “caciques” ou, mais popularmente, uma “briga de cachorro grande”, e o eleitor vai poder votar duas vezes ao Senado.

Ivo Cassol

O PSDB, o PSB e o PMDB têm candidatos que podem chegar a uma disputa forte, entretanto, o senador Ivo Cassol (PP), mesmo denunciado e condenado, poderá decidir pela disputa de uma das vagas, e aí embola mais ainda o quadro.

No PMDB, com dois mandatos seguidos, o senador Valdir Raupp já quer mais um, até porque face às denúncias que está recebendo – a derradeira foi a aceitação do caso dos 500 mil reais pelo STF – é uma espécie de “candidato nato”.

No partido ainda em o nome do governador Confúcio Moura, que até pode se bandear para outra sigla, visando atrair outra que aceite dar apoio ao candidato a governador que o PMDB indique e assim o partido iria só com um nome ao Senado.

Expedito Júnior
Jesualdo Pires

No PSB o nome é do prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, que na manhã desta quinta-feira (9) estava no Palácio Rio Madeira, mas precisará de um bom palanque fora de sua região, porque é um nome praticamente desconhecido em áreas de grandes concentrações de votos, entre elas, Porto Velho e Rolim de Moura.

No PSDB o nome certo é o de Expedito Júnior, que já vem trabalhando há muito tempo para ser o candidato – ele pode mudar de ideia se a deputada Mariana Carvalho e o prefeito Hildon Chaves decidirem não disputar o governo, mas isso é outra conversa.

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