A Comissão de Segurança Pública (CSP) da Assembleia Legislativa, realizou na manhã desta terça-feira a sua primeira reunião de trabalho, que serviu para a apresentação dos membros e discussão de temas ligados à área, com destaque para a crise instalada no sistema prisional, com a intervenção determinada pelo Governo.

Foto: Marcos Figueira

Integram a Comissão os deputados estaduais Anderson Pereira (PROS), presidente, Aélcio da TV (PP), vice–presidente, e como membros efetivos Ismael Crispim (PSB), Cabo Jhony Paixão (PRB) e Eyder Brasil (PSL). Também integram como suplentes Dr. Neidson (PMN) e Alex Silva (PRB).

“Segurança é o que a população brasileira mais clama. Porto Velho não é diferente: a cidade está ficando cheia de condomínios, pela necessidade de termos mais segurança, pois as residências estão sendo invadidas e as famílias não têm sossego. No bairro onde moro, fechamos as ruas e colocamos um guarda e os roubos acabaram”, afirmou Anderson.

Segundo o presidente, a composição da Comissão tem entre seus membros dois integrantes das forças de segurança, o Cabo Jhony e o Sargento Eyder, que na visão dele, podem contribuir com suas experiências, junto com os demais integrantes.

Foto: Marcos Figueira

Anderson Pereira aproveitou para manifestar preocupação com a situação do sistema prisional. “Convoquei os secretários estaduais de Finanças, de Planejamento e de Justiça, para discutir as alternativas para sairmos dessa crise, que já levou a mortes e fugas no sistema”, informou.

O deputado Aélcio destacou que os membros da Comissão têm ligação com a segurança pública. “Não sou um conhecedor profundo da causa, mas a questão da violência nos atinge a todos. Quando ainda era vereador, fui procurado por um morador de Porto Velho, que nos apontou que em algumas cidades do país, os moradores em ruas sem saída podem controlar a entrada de veículos e pedestres. Temos uma insegurança generalizada, independentemente do tamanho da cidade e seria bom adotarmos uma lei estadual com essa conotação”.

Já Ismael Crispin disse que convive com profissionais ligados à Polícia Militar, mas reconhece também a necessidade de se fortalecer a Polícia Civil. “A segurança é um trabalho que deve ser feito de forma conjunta. Todos que estão dentro desse segmento, devem ser valorizados. Quero aqui apontar soluções e contribuir com Rondônia na segurança pública”, observou.