BRASÍLIA – Para o senador Roberto Requião (PMDB-PR), há “mãos americanas” no acordo de delação dos donos do Frigorífico JBS. O assunto está no blog do jornalista Fernando Morais. No dia 19 o Supremo Tribunal Federal revelou que o pagamento de propina a parlamentares brasileiros fora feito em troca de benefícios fiscais, inclusive em Rondônia.

Entre 2012 e 2014 teriam sido pagos cerca de R$ 2 milhões e, em 2015, mais R$ 1,8 milhão.  A JBS recolhia menos ICMS que o estabelecido por lei referente aos ativos da Guaporé Carnes, em Rondônia, por meio de pagamentos mensais para Edgar Nilo Tonial, o Edgar do Boi, vice-prefeito afastado em Porto Velho. As informações constam no termo de colaboração número 35 da delação de Valdir Aparecido Boni.

A DENÚNCIA DE REQUIÃO, NESTE VÍDEO

Requião vê a mão do EUA no caso JBS

Em Porto Velho, maçons repudiam o prefeito Hildon Chaves, por exonerar o advogado Juscelino Amaral do cargo de presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano (Emdur), advogado Juscelino Amaral.

Por sua vez, o deputado estadual Adelino Follador (DEM) elogiou a Secretaria Estadual de Finanças (Sefin) por anunciar “levantamento completo” sobre todos os autos de infração lavrados contra o grupo JBS.

O secretário Wagner de Freitas entende que esse ato “antecipa investigações dos ministérios públicos Estadual e Federal (MPF), quanto às indicações de ilegalidades detectadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Frigoríficos da Assembleia Legislativa.

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O presidente do Senado Federal , Eunício Oliveira, aguarda apenas a conferência das assinaturas de deputados e senadores para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito Mista para investigar empréstimos concedidos pelo BNDES ao grupo J&F Investimentos, assim como a participação da BNDESPAR e da Caixa Econômica Federal em negócios da empresa. Com Rádio Senado. Ouça.
CPI do JBF e J&F

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