VILHENA - A família da assistente jurídica Talyta Martins de Souza, 28, atribui a morte dela a omissão da direção clínica do Hospital regional em autorizar a transferência dela para o hospital Cooperar, onde passaria por procedimento cirúrgico para debelar uma trombose pulmonar. A família se prepara para entrar com uma ação na Justiça contra o município.
Talyta Martins de Souza tinha 28 anos, trabalhava em um escritório de advocacia e morreu no dia 19 deste mês, no hospital privado Cooperar, em Vilhena. E o falecimento, segundo apurou o jornal Folha do Sul on Line, deve ir parar na justiça.
Em entrevista ao site, a advogada com quem Talyta trabalhava contou que, no dia 23 de julho, ela procurou atendimento na UPA por causa de uma forte crise de tosse. Após um exame de raio-X constatar que a…