FRASE DO DIA:

“A política é feita de predadores e devorados.”– Carlos Sperança, o bruxo, no Diário da Amazônia.
1-Brasil tamponado I
Neste mundo globalizado o Brasil exalta nossa criatividade. O maior São João do mundo está aqui.
Modéstia? Somos maiorais em tudo: música, futebol, carnaval e na política então? Temer viaja e
sem vice – ele é o vice – três figuras podem assumir sua vaga, mas a lei eleitoral exige que os dois
primeiros não assumam – mesmo por período tampão – para não se tornarem inelegíveis. É a lei.
Surge então o tampão dos tampões. O presidente do STF que não é eleito assume. É um show!
2- Brasil tamponado II
Para cumprir a lei os dois tampões – Eunício e Maia – saem do país antes que o Temer e só voltam
depois. STF, Senado e Câmara passam a ser tocados pelos vices. Mas o Brasil complica: o vice do
STF está fora do Brasil e outro tampão, o decano do STF assume a vaga. Isto envolve despesas,
mas pagamos tudo. Temos arrocho fiscal do mundo. Poderia ser mais fácil. Temer viajaria sem ter
que passar a presidência e via web tocaria o país. Mas como perder a criatividade dos tampões?
Quem sabe mais que nós de tampão, rolha, plug, etc. Somos assim, como direi…? O pais do O.B.!
3-Gigantismo do estado
Cada presidente monta seu ministério e do tamanho que quer. Chegamos a ter 39. Com o sistema
bicameral são 513 parlamentares na Câmara e 81 no Senado. Por que tantos para fazer o mesmo
por tanta grana? Alguém irá arguir a proporção para estados mas, por que 3 senadores para cada
estado? E os suplentes, vices e adjuntos? E por que duas cortes superiores, STJ e o STF que com
frequência assumem funções superpostas? Podemos falar de órgãos de controle superpostos ou
de cargos em comissão, conselhos. O país não aguenta e uma hora a corda vai arrebentar.
4-Bolsonaro: o novo Enéas?
Jair Bolsonaro está numa sinuca. Primeiro na intenção de votos, é rejeitado por todos os partidos
até quando oferece a vaga de vice. No mato e sem cachorro, mudou o discurso e nalguns pontos
lembra a Marina Silva como o protótipo de candidato asséptico: “Vou governar sem toma-lá-dá-cá”,
como se fosse possível colocar o seu pequenino PSL ao lado dos grandões falando grosso, ou
“falar de corda em casa de enforcado”. Se não conseguir montar alianças com partidos para somar
tempo de TV, ele terá menos de 10 segundos para dar o seu recado. É algo que só o Dr. Enéas
conseguiu. E se conseguir? Como conviver com o Congresso tal qual sempre foi e tal qual é?
5-Rede TV em alta
Buscando a ampliação do conteúdo jornalístico na grade de programação, a Rede TV Rondônia,
sem perder a linha da comunicação popular, tem alavancado audiência e vem mudando hábitos do
telespectador. A união da equipe em torno de um projeto que envolve o Portal SGC, o jornal Diário
da Amazônia e parceiros tem colhido resultados interessantes. Foco no resultado, gerenciamento
dos custos e ousadia espartana estão no DNA do Grupo Gurcasz. Não seria diferente nas
empresas que formam SGC – Sistema Gurcasz de Comunicação. E vem mais por aí. Fique ligado.