FRASE DO DIA:

“(…)Brasil, o mais antigo país do futuro em todo o mundo”. – Jornalista Josias de Souza
1-Regras
Em nota a empresa UBER por seus representantes não nominados, critica a regulamentação da
Prefeitura para sua atuação. Em alguns itens como “Burocracia extremamente excessiva”,
“Cobrança de taxas desproporcionais” ou “Definição errada sobre as plataformas de tecnologia de
mobilidade urbana” assentam-se a irresignação da empresa. Entendo, mas o caminho é seguir a
lei, que é para todos. Autorizar serviços públicos é função do poder municipal. Dura lex sed lex!
2-MDB em chamas
Não foi por falta de aviso. O ex-governador Confúcio, acuado e irritado havia usado o blog para um
recado direto à cúpula do MDB: “Acho que este negócio, de puxar o tapete, é pura besteira, pode
vir o efeito dinamite, o medo e a dinamite não se combinam. Porque a campanha ainda virá, depois
do dia 16 de agosto”. Hoje, após os áudios, Confúcio voltou ao estilo matreiro: “A minha chapa é
para Governador deputado Maurão de Carvalho, para Senadores Valdir Raupp e Confúcio Moura –
a Chapa da União.” Cá p’ra nós, o estrago está feito. Será que ainda tem como remendar?
3-Crime (muito bem) organizado
A bandidagem no Brasil ultrapassou limites e se infiltrou no poder. Calma: não falo da bandidagem
de políticos pegos com a mão na massa, mas de quem assalta, rouba, estupra e vive na sombra
exclusivamente do rendimento de crimes e delitos. A PF saiu à caça do grupo que clona números
de telefone para usar em golpes via Whatsapp. São vítimas os ministros Padilha, Marun e Osmar
Terra. Nesta “terra brasilis” onde o “grampo” é praticado por pseudo-autoridades endinheiradas que
têm seu próprio serviço de escuta, o tal “Guardião”, tudo é possível e tudo é permitido. É a treva!
4-Cartório fechado
Fui empregado, patrão e independente do lado, sempre crítico ferrenho da Justiça do Trabalho, o
monumental cartório gestado na década de 30 e parido em 1941. De lá para cá o cartório que até
prestou relevantes serviços cresceu, engordou, ficou caríssimo e não se modernizou. Na escala de
aparelhamento do estado está no topo. O fim da Justiça do Trabalho defendido por muitos, ganhou
novo alento após a reforma trabalhista que reduziu de forma drástica a indústria das indenizações.
Semana que vem, dia 26, no Rio de Janeiro, começa o debate “Justiça do Trabalho e Justiça
Federal Juntas” Por mim, passa a régua fecha conta. Mas antes, desce mais uma. É para brindar.
5-Cartórios abertos
Com o fim da Justiça do Trabalho e da contribuição obrigatória aos sindicatos vamos ver os outros
cartórios. Não nego a relevância do sistema “S”, braço patronal do trabalho e das instituições como
Sesi, Sesc e Senai que captam da folha de pagamentos em torno de R$ 17 bilhões ano. Mas a que
custo? Com um orçamento destes largar o osso nem pensar. E vamos combinar: o compromisso
com a prestação do serviço como devolução do valor arrecadado pode estar longe do almejado. A
guerra se repete nas eleições de cada federação, confederação, sindicato, etc. O osso é gordo!