PORTO VELHO – No ano de 1971, o mundo Inteiro volta seu olhar para a região do alto Madeira, para EFMM, que estava com seus dias contados para desativação e extinção, pela ditadura…Eram 22 locomotivas, de fabricação americana e alemã. Baldwin locomotive works e Louis Victor Robert Schwartzkopff,

Poderia ser um temível fim, da ferrovia Madeira Mamoré, mas o alvo eram os ferroviários, por serem considerados pelo regime instalados no Brasil, como subversivos. E a ferrovia Madeira Mamoré, foi usada como trapaça, moeda barata, de troca, pelo regime, que pretendia, através dessa, cassar os direitos profissionais e de cidadania de seus engenhosos operários  FERROVIÁRIOS, uma classe de alta competência, que dava o alto suficiência, a fantástica maquina para a manutenção daquela fabrica de construir trens.

1971, Claus e Joe:“Das ist Wunderbar! Es scheint Österreichsschloss. Kopfsteinpflasterst und breite Straßen und Schienenpfoster.Isto é esplêndido, como um palácio austríaco. Ruas de pedras, largas e postes de trilhos. Ou(, Maravilhoso, como um Castelo da Áustria! Ruas de pedras, largas e postes de trilhos).

A noticia da desativação da ferrovia, era inaceitável, para a cidade daquele território longínquo, sempre cosmopolita, com sotaques de todo mundo, era uma cidade de primeiro mundo, bonita,  integrava-se a população um pouco dos seus remanescente estrangeiros, ribeirinha, ficava situada no extremo centro da Amazônia.

Locomotivas, fabricadas em 1936, da Louis Victor Robert Schwartzkopff, importadas por Getulio, ano de 1938,.Ate o inicio dos anos de 1940 havia uma fábrica de trens na Alemanha, a mais moderna e importante do mundo a, L. Schwartzkopff, foi explodida por ocasião da segunda guerra mundial. Todo o sistema ferroviário alemão foi estrategicamente destruído e dizimado pelos aliados, ingleses, americanos e outros na sanguenaria segunda Guerra mundial. A partir daí, os alemães procuraram localizar no mundo e encontram em porto Velho.

O golpe contra a MM, sacramentado. Com a notícia da desativação, não era o fim, que acontecia para o ano de 1972 mas, fazia assustar o mundo que mandou construir a estrada de ferro Madeira Mamoré.

A decisão fria e decisiva, do regime autoritário.

De várias parte do mundo, para presenciar, o percurso no alto Madeira, na região das 20 cachoeiras, região essa região onde trafegavam os trens da ferrovia do diabo. Vieram, principalmente dos Estados Unidos e  da Europa e, daí vieram principalmente alemães e austríacos.

Navios de médio calado, os elegantes, Lobo D Almada, Augusto Montenegro, Lauro Sodré, trafegavam de Porto Velho a Belém. No porto do Plano Inclinado, ancorado, um desses navios. Foto de CLAUS e JOE, 1971.

Porque?

Provavelmente porque tinham noticia, de que na Madeira Mamoré havia aproximadamente, 4 a 5, locomotivas alemães, em funcionamento, no inicio dos nos de 1970. Essas eram uma relíquia viva  para aquele país.

Ate o inicio dos anos de 1940 havia uma fábrica de trens na Alemanha, uma moderna e das importante do mundo a, L. Schwartzkopff, foi explodida por ocasião da segunda guerra mundial. Todo o sistema ferroviário alemão foi estrategicamente destruído e dizimado pelos aliados, ingleses, americanos e outros  na sanguenaria segunda Guerra mundial.

As peças remanescentes ferroviárias principalmente os trens da  L. Schwartzkopff era de maximo interesse, como uma espécie de reserva moral dos alemães. Alguma localizadas no Brasil na região remota na Amazônia, do alto Madeira.

No pátio ferroviário da Madeira Mamoré estavam as L. Schwartzkopff, encontradas por Joe e Claus em 1971, o ANO DA DESPEDIDA, No encontro, elas foram colocadas especialmente na Rotunda das Oficinas, após o girador de locomotivas. Estavam em perfeito funcionamento. Em Porto velho, foram encontradas as raridades foto de CLAUS E JOE.

Os alemães e austríacos, que vieram visitar a Madeira Mamoré, em 1971 quando Estava em funcionamento seu sistema rodante, de via permanente, pontes e pontilhões metálicos, obras de arte nunca construída no Brasil, no auge da Revolução Industrial e, obra viva e em todo o seu percurso de 366 km, tendo suas dezenas estações de passageiros, outros suportes de apoio, por exemplo a existência de 10 em 10 km da via, caixas d águas com gruas e, hotel para pernoite em Abunã no 220 km. Na vila existia a estação toda metálica, em estilo Inglês, o trem trafegava por dentro dela.

Na ocasião, 1971, a Madeira Mamoré, dava suporte para a abertura da estrada de rodagem, BR 425, de Abunã a Guajará Mirim, onde percorria a estrada de ferro Madeira Mamoré, essa é um braço da 364 que se estendia de Brasilia ao Acre.

A Princesa Leopoldina, americana, Baldwin locomotive works um dos mais belos protótipos da EFMM, outra raridade no mundo, em perfeito estado de conservação e em funcionamento em 1971. Ao ser colocada nas proximidades do Casarão, em Santo Antônio, pelo regime militar, ficou abandonada, já nesta segunda década, foi arrastada para uma um ribanceira, foi depenada, alguns dos seus pedaços, a curadoria de meio ambiente do MPF,,o secretário do DER, o IPHAN, SPU, uma associação de mendigos fantasiados de ferroviárias, na façanha, fizeram crime contra o patrimônio tombado, foi levado para o espaço alternativo em 2017, onde foi montada com outras peças de locomotivas da EFMM. Naquele local esta o modelito EFMM, servindo como bibelô, permitido pela curadora de meio ambiente do MPF RO..

Naquela oportunidade, 1971, a inacreditável DESATIVAÇÃO para o próximo ano de 1972 era iminente da Ferrovia Madeira Mamoré, e aqui poucos sabiam, cuja a noticia não se divulgada na imprensa brasileira. Mas a imprensa internacional estava atenta e descomprometida.

A ferrovia mundialmente famosa, que estava com os dias contados,…

….Vieram na época, Sentiram a Amazônia, as pessoas simples da cidade e, os trabalhadores da fantástica ferrovia Madeira Mamoré.

Juntamente com Erivelton Kriger, conseguimos seguir os passos e um jornalista fotografo e um escritor alemães, que chegaram à Porto Velho pelo Navio Snap, Lobo D Almada. Com registros e imagens raras, a nós enviadas a AMMA, pelo Museu na  Biblioteca  Nacional da Áustria, acompanhamos os seus passos, que identificamos, o fotografo alemão Claus Dieter Bandilla  e o escritor Joe J. Heydecker.

….Vieram na época, ocultos, sentiram a Amazônia, as pessoas simples daquela aldeia que não tinham consciência do que ela representava para o mundo e, os trabalhadores da fantástica ferrovia Madeira Mamoré  …..

Enviada para Austria e Alemanha.Princesa Leopoldina. “Caba…caba…caba de Igreja, elas estão nos atacando…” gritos, ecoavam na floresta, perto do casarão dos ingleses… um mormaço, nossas peles ardiam, Luiz Leite, Erivelton, Cherislene, resistiam para montar aquela imagem inédita para mostrar pro mundo, anunciando chuva… Elas (abelhas enormes) saiam em bando, da chaminé, da fornalha, de surpresa, e de todos buracos da Princesa Leopoldina, essas faziam sua barricada, talvez seria em defesa da locomotiva? Jogada chão, aquela princesa, toda depenada, desfigurando aquela peça ferroviária, levadas em 2018, para o Espaço alternativo, levado por farsante travestidos de Ferroviários e soldados de borracha, Foi injusto as abelhinhas nos atacarem porque não aos políticos e governos, não sei se bandidos

Partir  de Porto Velho, ambos Pesquisaram e fizeram um registro memorável do ultimo ano de funcionamento da Ferrovia Madeira Mamoré. Esses registros fotográficos e teórico, da EFMM, estão na Biblioteca Nacional da Áustria.

São imagem belíssimas emocionantes. Por segurança essas imagens, em poder da AMMA, só algumas dessas são agora mostradas.

O que pensaram o Claus e o Joe, maravilhados e preocupados com o fim e, sobre os aspectos da cidade de  Porto Velho?…

O próprio Palácio Rosado, sede do governo do território, um majestoso prédio em Porto Velho, foi comparado aos palácios Áustriacos………..

Escritor e o fotógrafo, diante da ferrovia a vapor mais importante do começo do século 20?

Claus e Joe, surpreendidos com as belas edificações da cidade e registraram tudo… com “aquele olhar estrangeiro”, 1971, naquele ano da despedida. Conseguem sentir e pensar, Claus e Joe, fizeram as melhores imagens do cotidiano, sensíveis, até hoje não feitas de Porto Velho, da ferrovia  e das locomotivas, e fez em detalhe as locomotivas principalmente as Alemãs… Vieram… Notaram que apenas os ferroviários não aceitaram a truculenta desativação, paralisação para 1972.

Aqui em Porto Velho, nem todos pareciam conformistas com a paralisação do trem, principalmente, os ferroviários.

“Ah!….ela já cumpriu o seu papel”, era o que se dizia cínica e friamente, uma forma de induzir ao conformismo…

aquela população, que não entendia direito, o que representava aquele triste fim anunciado.  O orgulho daquela fábrica de trem, a cidade pulsava em seu entorno…Aqui na capital do território federal do Rondônia e os políticos e autoridades que na realidade estavam acovardadas submissas a ditadura militar. Naquele ano de 1971, sobre ferrovia Madeira Mamoré, que estava viva e vibrante, mas realidade era outra, seus trens iam parar. Mas, enquanto isso, percorriam a ferrovia e, a sair britanicamente, sinos, apitos dos trens, o apito da sirene, os relógios na posição dos 4 pontos cardeais, no prédio da sua administração, um transporte de primeiro mundo…naquele tempo, a cidade era única, não comparada às outras de tradição brasileira.

1971, o Ano que não acabou, mas foi o ano da despedida, principalmente para os alemães.

Não poderia acabar.  Ninguém, poderia acreditar da tal possibilidade do fim, nem eles acreditavam. A ferrovia “… já cumpriu o seu papel…”não convencia…O ano de 1971, o 1972 não poderia acontecer. Não poderia acabar. Ficou aquela imagem eterna.. o drama da população.Estava-se arquitetando a implosão da ferrovia a vapor, a mais importante no começo do século 20.

A chegada e o encontro da raridade ferroviária

Mas, fazia-se  Tudo parecia estarrecedor, atravessar, o atlântico, subir o rio Madeira no (Lobo d Almada), a atracar no plano Inclinado,  atravessar extraordinário, subir de jeep até ao Porto Velho hotel, aquele lugar apaixonante, para os dois jovens  Alemães, Claus e Joe, ficaram encantados, Não era  só, os trens, principalmente as 4 alemãs. Claus e Joe… que estavam anônimos  em Porto Velho, profissionais, no seu faro jornalístico, queriam registrar, não entendiam muitas coisas, principalmente o fim da Ferrovia Madeira Mamoré, o ponto inicial da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, Porto Velho  que faziam suas introspecções, não entendiam aquela frieza daquele povo a obedecer aqueles fardados… de não se interessar, da falta de alma…,

Nesse caso, Claus e Joe com a intenção de registrarem últimos momentos ainda em funcionamento. Como se tirassem à força aquela ferrovia que é também do mundo quisesse preservar. E o Brasil, da soberania, ia abandonar, que era durar 1000 anos. Não dá para entender.

Provavelmente iam a noite nas seções elegantes do Cine Teatro Resky ou, dançar ou apreciar o som  jazzístico  de bossa nova, com Jazz Brasil no Porto Velho Hotel, com João Miguel, Manga Rosa, Louro, Adamor, Wilson, Eleotero, Marinho e outros, voz como de João Gilberto, o SOM, á guitarra, saxofone, trombone, violão, cavaquinho, banjo, bateria cadenciada. Linda  a noite em Porto Velho.Tudo era admirável elegante, de alto nível, naquele lugar cosmopolita para Cláus e Joe, na sacada ouviam aquele som que percorria o mundo. Tudo acontecia em momentos elegantes e  na frente do sofisticado hotel, da varanda, á frente do palácio Rosado, CLAUS e JOE, viajavam no pensamento e que falavam entre si, em alemão, depois de um dia de trabalho é provável, depois de registrar as IMAGENS DO COTIDIANO, naquele lugar, era bem provável dialogassem “Das ist Wunderbar! Es scheint Österreichsschloss. Kopfsteinpflasterst und breite Straßen und Schienenpfoster.

(Isto é esplêndido, como um palácio austríaco. Ruas de pedras, largas e postes de trilhos. Ou, Maravilhoso, como um Castelo da Áustria! Ruas de pedras, largas e postes de trilhos.)

Quando há alguns dias, descobriu-se a locomotiva Princesa Leopoldina (ela é alemã e, chocou por pertencer ao mundo, inclusive aos Austríacos), jogadas nas proximidades do Casarão em Santo Antônio… arrastada á mata e à ribanceira, saqueada, a mando de um secretário  do DER, agora deputado federal, alguma de suas peças, foram compor um trem, desmontada…por mendigos fantasiados de ferroviários… Da Leopoldina, sobrando parece maldito, seu esqueleto principal, caldeira, chaminé, domus, uma  das alemã, que chegada na EFMM em 1938…

O pesquisador da AMMA, Erivelton Kriger, conseguiu contato com a Alemanha e Austria, e obteve esse acervo , da Biblioteca Nacional da Áustria, lá estão guardados.

De diversos registros fotográficos das locomotivas alemãs de 4 a 5 delas em funcionamento inclusive, as  imagens belíssimas de prédios e praças de Porto Velho, naquele último ano de 1971….,

Talvez pensaram: esse Palácio “Rosado”, bela arquitetura, como os clássicos da Áustria, dos lagos dos cisnes brancos. Trabalho inédito de pesquisador. Estava em perfeito funcionamento muitas locomotivas Alemãs (4), inclusive a Princesa Leopoldina recentemente localizada depenada, como num campo de concentração. Todas perfeitas, naquele ano de 1971, o ano da despedida…para quem não detém a soberania…

Conspiração

Com a construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau,  iniciou mais um ciclo do “mais novo” processo de colonização, a partir da primeira metade do novo século. Propaganda enganosa, “Usinas JÁ”  um terrível bombardeio, como na segunda guerra mundial, já no começo do segundo milênio. Uma guerra, num ESTADO DO SÍTIO. Pior, instalou-se na região do alto Madeira,  um violento ataque como aconteceu na segunda guerra mundial na Europa. Aqui, o patrimônio ferroviário estratégico, desativado, o meio ambiente foi explodido e submerso.

Ou seja, para vencer a guerra contra Alemanha, as tropas aliadas destruiram, todo o sistema de comunicação e a estrutura ferroviária da L. Schwartzkopff próxima de Berlin, era considerada a mais importante do mundo, foi EXPLODIDA! Acabou.

Eis que…na Calada da Noite, lei 1776/2007.

O que está acontecendo aqui? Porque a ocorrência, de um banditismo,

Recentemente, 2007, há pouco mais de 10 anos, foi promulgada a “lei Cassol/ Alex/Neodi, nº 1776/2007, que legitima,  indevidamente, inconstitucionalmente a instalação de represas de hidrelétricas. Depois de anos escondida, a Cassol, permitiu a  adulteração da Lei de proteção ao meio ambiente e ao patrimônio histórico nacional em Rondônia, com essa 1776/07, deu aval a legalização para as ações de destruição ambiental na região do alto Madeira; agride as lei de proteção ambiental, de Tombamento e a Constituição de Rondônia, artigo 264; A “Cassol”, sentenciosa: “desafeta…”. Lembro de certo “museólogo” desmontando o museu ferroviario (1980), tudo para agradar o  Cassol e conseguiu e, migrou para outros cargos no municipio. Até agora não foi responsabilizado, pelo crime. A procuradora do Meio ambiente, montou uma encenação,de recebimento do acervo destruído e roubado.

Nada poderia ser criado, para avalizar viabilizar um crime, de lesa pátria conta o meio ambiente. Deu esse suporte. Foi estratégico, um controle se as instituições ambientais aparelhadas, principalmente a Curadoria de meio ambiente do MPF RO. Com as funcionárias Nádia Simas Souza e a partir da segunda década, Gisele Bleggi, essa demitida por Rodrigo Janot, por corrupção quando atuava em Tabatinga, Am. Aparece em Rondônia, reconduzida pela justiça, por forças ocultas retorna ao emprego. Mas a ex funcionaria, vai para o meio ambiente do MPF? No mínimo, estranho. reconduzida ao emprego é uma coisa, mas comandar uma posição estratégica, na curadoria de meio ambiente do MPF RO? Onde vem tendo um papel bastante estranho. O Ibama, IPHAN, SPU, prefeitura de Porto Velho, as hidrelétricas de Santo Antônio e JIRAU, Estado de Rondônia, mesmo condenados, descumprem o que determina a sentença. Esses foram condenadas pelo Tribuna Regional Federal de Brasília, TRF 1. Não cumprem a sentença, Retornam a inconstitucionalidade. Enganam. O procurador Geral da Republica Augusto Aras, bem que poderia ter conhecimento do ocorre de forma isolada na Curadoria de meio ambiente.

Uma estratégia malandra, não sei se bandida, para que fosse transferida a proteção  que dá Constituição e as leis ambientais, leis de tombamento, ao meio ambiente e a ferrovia Madeira Mamoré, fossem solenemente desfiguradas. E tudo parece crer, que a PROTEÇÃO É PARA AS HIDRELÉTRICAS, cujas as leis ambientais foram colocadas para protegê-las. Essa nuvem de fumaça, cobre Rondônia é, uma conspiração, uma alta traição ao Brasil.   Como ? No mínimo é hilário. As denuncias contra esse crime de responsabilidade, foram arquivadas com as chamadas promoção de arquivamento ou ignoradas. Consideradas “ofensiva a honra da procuradora…” foi pedida a prisão  pelo MPF. Foi uma estratégia, para silenciar intimidar os membros da AMMA. Estamos amordaçados e censurados. Mesmo assim, chega nosso grito, de denuncia de crime ambiental,  fora do Brasil, estão dispostos a apoiar, a Alemanha, Inglaterra, frança e Áustria.

Na Volta, Claus Bandilla, com Joe, 1971, após registrarem imagens do cotidiano da Ferrovia Madeira Mamoré e de Porto Velho, retornam. No avião, Bandilla voando para Brasília. Foto de  Joe (Museu Áustria).

 

 

 

 

*É arquiteto, urbanista autor da restauração da EFMM, cineasta, caboclo,m nascido em São Carlos