Empresário do ramo de varejo alimentício em Rondônia, com experiência de mercado e formação em Administração, o novo superintendente de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), Sérgio Gonçalves da Silva, assume a pasta se medindo pelo trabalho no setor privado com gestão executiva, custos, melhorias eficiência, atendimento e a especialização em finanças, buscando sempre o resultado.

Sérgio Gonçalves está montando equipe para desenvolver bons resultados

“Claro que para obter resultado tem que fazer do jeito certo e com uma equipe preparada. Com o convite do coronel Marcos Rocha, que até me pegou um pouco de surpresa, eu vi a sinergia do trabalho na Sedi com a experiência que eu tenho de mercado, do relacionamento com as indústrias no estado e fora, e com a mentalidade de investidor, já que vivi esse outro lado. A nossa primeira diretriz é atrair novos investimentos de indústrias e empreendedores para Rondônia, fortalecendo o que já existe, mas sempre ‘vendendo’ o mercado no estado para os investidores”, diz Gonçalves.

“Vamos implantar ações efetivas para preparar o setor para os empresários interessados, fazendo parcerias com outras secretarias que podem agregar ainda mais nessa troca”.

O superintendente afirma que o terreno econômico de Rondônia é muito favorável e oferece muitas oportunidades. “Vamos implantar ações efetivas para preparar o setor para os empresários interessados, fazendo parcerias com outras secretarias que podem agregar ainda mais nessa troca. A Sedi já tem muitas ações com a Seagri, vamos nos unir ainda mais a Setur, já tivemos reunião com a Sejucel, e vamos procurar outras pastas para unir forças”.

NOVO CENÁRIO

Gonçalves observa o bom trabalho já em desenvolvimento com o comércio exterior, demonstrando o produto rondoniense em feiras e exposições. “Agora com o governo Bolsonaro o cenário tende a se fortalecer e nós vamos buscar mais proximidades com os países que já estão sinalizando interesse e até já investindo, como a Coréia do Sul, a China, e alguns da África, e atar esse laço comercial. Fora que já temos a troca com o Peru e a Bolívia. Queremos ser um canal de comunicação entre os países de forma mais eficiente. Muitas vezes o empresário não tem um analista, ou projetista, ou alguém com um boa visão financeira, mas ele quer as informações. Então nossa ideia é melhorar o canal de troca, seja de incentivos fiscais, da exportação, seja do distrito industrial ou o leque que ainda vamos abrir”.