PORTO VELHO – Um dos casos que mais chamou a atenção nos trabalhos da Operação Lei Seca na madrugada deste sábado em Porto Velho foi o de um desembargador que dirigia após ingerir bebidas alcoólica e com a documentação do veículo irregular. O magistrado, que não teve o nome divulgado, a exemplo de outros agentes abordados pela operação, dirigia um automóvel Kia Soul e ao ver a blitz parou o carro antes, porém, foi abordado por policiais militares. O magistrado apresentava visíveis sintomas de embriaguez e recusou fazer o teste de bafômetro, sendo preso através do auto de constatação. O carro estava com a documentação atrasada e foi apreendido.

Ao todo, a operação Trânsito Vivo – Lei Seca, levou 26 pessoas para a cadeia por embriaguez na direção na madrugada deste sábado (20), em dois locais distintos de Porto Velho, Avenida 7 de Setembro, na região Central e Avenida Amazonas, no Agenor Martins de Carvalho.

Teve também o caso de um advogado de 52 anos. Ele conduzia um carro HRV com os documentos em atraso. Alegando ter ingerido bebida alcoólica, o homem recusou fazer o teste e foi preso através de constatação. O carro foi removido ao pátio do Detran.

Dirigindo um automóvel modelo Etios, um policial civil de 34 anos apresentava sinais de embriaguez e também foi preso por meio de constatação.

Um biólogo, professor, músico e militar reformado também foram presos durante a operação. Houve ainda uma pessoa presa por desacato e outra por entregar veículo para condutor não habilitado.

Os detidos foram levados à Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.